18 de agosto de 2020

Resenha Literária #6


24 Days: How Two Wall Street Journal Reporters Uncovered the Lies that Destroyed Faith in Corporate America

Autor: John R. Emshwiller; Rebecca Smith
Avaliação Monster: 9/10

Estimados leitores, aqui apresento mais uma tiragem da série e desde já agradeço a costumeira atenção. Fazendo um breve resumo do contexto, a Enron estreou um período negro na cena corporativa americana com a revelação de fraudes contábeis, inside trading e manipulação de mercado que se seguiu após o estouro da bolha ponto-com dos anos 2000 levando a reboque uma das maiores firmas de auditoria externa, a Arthur Andersen e lesando milhares de investidores e colaboradores da empresa.

O livro foi escrito por dois repórteres do Wall Street Journal que meio acidentalmente revelaram a série de falcatruas contábeis da Enron em uma sequencia de artigos no WSJ. Tratam-se de repórteres veteranos especialistas em coberturas de companhias abertas sendo que Emshwiller já era conhecido por reportagens investigativas de outras fraudes envolvendo empresas de capital aberto. O livro ficou guardado na estante por um tempo pois achei que seria de difícil leitura, entretanto me surpreendi com a facilidade do enredo, mesmo tratando de um livro que entrou nos detalhes do escândalo.

Voltando para a obra, a Enron que era um empresa de serviços públicos estilo boring, produto simples (geração, transmissão e distribuição de eletricidade e gás natural) e receita previsível que criou uma unidade de negociação de contratos futuros e derivativos que precedeu a desregulação do mercado energético americano (que levou ao caos elétrico e uma grande crise sem precedentes em diversos estados, em especial a Califórnia) e em breve período se tornou a maior negociadora do país e acabou por tornar-se a maior fonte do conglomerado e superando a atividades hard asset
O responsável dessa unidade logo tornou o CEO da Enron juntamente com seu diretor financeiro e assim começaram o desmantelamento dos ativos de geração/transmissão e distribuição para focar exclusivamente na trading e tornar-se uma empresa asset light.
Na época, a empresa era umas das queridinhas de Wall Street, que viam maravilhados o crescimento exponencial da empresa e suas técnicas modernas de gestão e seu esforço por se "livrar" da parte da antiga economia que investia nos ativos físicos que então não se via mais valor. A história começa quando o CEO Jeffrey Skilling que então agressivamente subiu a escada corporativa para o topo renúncia inexplicavelmente num dos melhores momentos da empresa no mercado. Os repórteres sem qualquer pista ou cheiro do motivo da saída começaram a pesquisar pela parte mais obvia que o mercado inteiro estava ignorando, o balanço da empresa com suas notas explicativas. 

O que se segue no livro é o início dessa investigação e por pura inocência, a dupla não conseguia entender as múltiplas e complexas transações que envolviam a empresa, com ajuda de fontes inimagináveis, como um fio solto da malha sendo puxado aos poucos, desatou a rede de manobras e fraudes contábeis que sustentava os balanços e lucros da empresa. Um breve spoiler, a empresa não fazia ideia se estava ganhando ou perdendo dinheiro com a unidade de trading, criou uma unidade de telecom que só dava prejuízo e conseguiram transformar em lucro com contabilidade criativa e esconderam dividas bilionárias em diversas subsidiárias. Tudo isso com aval e ajuda da auditoria externa e de diversos bancos de investimento e aplausos de praticamente todos os "analistas" de pesquisa de bancos e corretoras.

Se você gosta de investigação corporativa, e história de quedas fica aqui a recomendação da leitura, gostei bastante e o livro se encontra entre os melhores que já li.


Abraço,
Monster

9 de agosto de 2020

Resenha Literária #5

Como Fazer Amigos & Influenciar Pessoas  
Autor: Dale Carnegie

Estimados leitores, aqui apresento mais uma tiragem da série e desde já agradeço a costumeira atenção. Tanto o livro quanto o autor é mundialmente conhecido, tanto pelos livros quanto pelas aulas e seminários que o próprio ministrou mundo afora. Eu mesmo nunca tinha lido qualquer obra e esta como uma das mais conhecidas que acabei adquirindo novo numa versão de bolso pela bagatela de 10 reais (uma pena que poucos livros novos custe nesta faixa de preço).

A obra foi escrita a décadas e décadas atrás quando o autor se propôs a criar uma metodologia na forma de trato pessoal e profissional. Recomendado para qualquer um que queira melhorar as relações interpessoais, o autor estudou e detalhou as melhores formas e práticas de abordagem a fim de melhorar o convívio entre pessoas sendo elas familiares, colegas de trabalho, associações civis e comerciais entre outras. Demorei consideravelmente para finaliza-lo pois li segundo a recomendação do autor de consumir o livro por etapas para melhor associação e reflexão. 
Minha nota é que não achei nada de espetacular, e não que eu seja o mestre das relações pessoais, achei boa parte das técnicas até obvias, enquanto um bocado do livro que tange a contenção de conflitos e atritos, achei as abordagens consideravelmente submissas e complacentes. Se não leu, vale a leitura mas se tiver outro livro na fila não daria prioridade. 

Abraço
Monster

31 de julho de 2020

Portfólio Monster - Julho/20

Estimados Leitores,

Findando mais um mês, divulgo a posição final do portfólio, juntamente com as movimentações dos ativos. Pequenas trocas a fim de refinamento da carteira foram feitas, maiores detalhes encontram-se abaixo.

Movimentações 
Operação Ativo   Qtde.       Valor R$
Compra HGBS11 5 1040,53
Compra TEPP11 1 92,46
Compra XPIN11 4 464,24
Compra ENBR3 11          200,75
Compra ENAT3 50          555,00
Venda GRND3 40         -313,20
Venda PATC11 10         -872,05
Total de aporte líquido       1.167,73

Renda Passiva:

Origem     Valor R$
Dividendo/JCP    R$229,64
Aluguel Ações     R$ 29,49
Rendimento FII     R$ 55,28
Total        314,41

Resumo:
Continuamos a refinar o portfólio, decidimos por dar uma limada na carteira de FII e pretendemos focar em fundos bem diversificados, tanto em número de imóveis quanto em inquilinos, além de uma régua minima de capitalização (+500 milhões). Com isso, retiramos da lista de aportes futuros HGPO, HGRU e vendemos PATC, sendo que não consideramos os fundos ruins, apenas queremos otimizar o tempo de acompanhamento. Também foi feita uma pequena venda de GRND a fim de reduzir a concentração na empresa e aportar em ENAT e iniciar a compra de ENBR. Dado o baixo quorum aqui no conclave, poucos notarão que no fechamento passado eu mencionei que aportaria em COGN, que eu cheguei a realizar algumas compras, porem a empresa iniciou uma subida de preço descomunal que me fez reaver a investida e substituir por ENBR (empresa essa que já acompanho a um bom tempo e resolvi por fim incluir no portfólio). O aporte foi um pouco maior que os últimos meses mas provavelmente voltem a cair e limitar-se aos proventos a receber. Na métrica dos proventos recebidos, mês fraco devido ao represamento das distribuições pelas empresas e fundos, sendo que da parte dos Dividendos/JCP a maior parte do recebimento foi devido aos direitos de IRBR que eu recebi como reembolso pois as ações estavam alugadas na atualização do evento. Do total liquido aportado (R$ 1.167,73), R$ 853,32 foram feitos com dinheiro novo.

Carteira (Valores Fechamento 31/07)

15 de julho de 2020

Resenha Literária #4

5 Key Lessons from Top Money Managers 
Autor: Scott Kays

Boa noite estimados leitores, Apresento aqui a quarta postagem da série e desde já agradeço a costumeira atenção! Trata-se de um livro que comprei online, sem folhear ou ler alguma indicação. Como estou focando em obras em inglês e por se tratar de investimentos topei a compra. leitura. Livro já antigo, dos meados de 2005 e um pouco desatualizado pois muitos eventos no mundo financeiro ocorreram e a própria tecnologia disseminou muita informação boa e gratuita. Sobre o autor, pelo pouco que vi, é algum especialista/consultor em investimentos que resolveu enveredar na escrita. 

A obra foi feita a partir de entrevistas com os gestores de fundos de ações premiados por empresas especializadas em analise de performance (tipo Barron's e Morning Star) e o escritor tentou encontrar traços comuns nos métodos de seleção destes gestores. Narra brevemente o background social e acadêmico de cada, juntamente com o histórico profissional e entrevista o perfil de investimento, escolha de ativos e gerenciamento de risco que fazem.  Basicamente todos fazem análises fundamentalistas para encontrar o valor intrínseco justo de cada empresa e apenas para investir com uma certa margem de segurança para depois vende-las quando chegar ou ultrapassar o valor justo estipulados por eles. Basicamente seguem os princípios de Benjamin Graham e o foco é apenas a compra com preços descontados para venda futura. Dos gestores e suas empresas, sinceramente não conheço qualquer um deles e a tese de investimento não se enquadra com a minha. Do ponto de vista de conhecimento, o autor consegue explicar como fazer o valuation através do método DDM (modelo de desconto de dividendos) mas eu mesmo também não acredito muito em valuation devido a dependência de variáveis subjetivas e o autor usa alguns exemplos de como fazê-lo usando dados reais de empresas abertas. 

Minha nota é como fonte de conhecimento para investimento/finanças é fraca, entretanto a leitura foi tranquila e valeu para praticar a leitura em outro idioma. O ponto positivo é que o autor exalta a importância de se analisar as ações como sócio e não meramente um código de negociação e não incentiva qualquer técnica de especulação. 

Abraço
Monster

5 de julho de 2020

Resenha Literária #3

ELON MUSK - Como o CEO bilionário da SpaceX e da Tesla está moldando nosso futuro 

Autor: Ashlee Vance

Boa noite estimados leitores,

Terceira postagem da série iniciada com minhas resenhas de livros que finalizei a leitura para incentivar/recomendar a leitura dos confrades. Para os colegas que gastarão alguns centavos de energia e banda larga, boa leitura.

A obra foi lançada em 2015 e já para adiantar, o autor citava alguns grandes projetos que estavam em andamento mas que o mundo ainda desconfiava de Musk e sua capacidade de cumprir as promessas, o que veio a calhar é que terminei a leitura a três semanas atrás e as duas principais foram cumpridas, sendo ela o envio tripulado ao espaço pela SpaceX e o recorde de carros produzidos pela Tesla. Sobre a obra, ela não foi patrocinada, ou seja não houve incentivo do mesmo, entretanto o Elon colaborou com o autor, cedeu tempo e entrevistas para a conclusão e não exigiu aprovação previa do material produzido. Sobre o autor, não conheço outras obras dele, entretanto passou a imagem de escrita neutra e sem favoritismo.

A obra mescla uma leve biografia do Musk com a criação de suas empresas. Sobre ele, de maneira bem breve, nasceu e cresceu em uma família financeiramente confortável na Africa do Sul, demonstrava característica de grande intelecto e introspecção além de grande interesse por física e mecânica. Acelerando um pouco, já na época da faculdade emigrou para o Canadá (já que ele tem nacionalidade por descendência) e logo depois acabou cursando engenharia no EUA. Os relatos era que ele tinha um nível mediano no curso mas ele mesmo contou ao escritor que não fazia questão de ser notável academicamente pois não tem qualquer vantagem entre ser aprovado com a nota máxima e a minima exigida. Durante a faculdade ele já começou a pensar em empreender na área de tecnologia já que sabia programar por contra própria e após trabalhar num banco canadense e seguiu o conselho de um chefe que ele ainda era novo e poderia ganhar muita grana com isso. 

Junto com o irmão, estudaram o que poderiam criar no surgimento da internet dos anos 90 e após um período de brainstorm, chegaram numa sacada de criar uma página de anúncios de pequenos comércios junto com um sistema arcaico de roterização (tipo um google + waze). Logo então criam a Zip2 e prematuramente conseguiram atrair a atenção de Venture Capitals, investiram pesado na empresa e por uma questão de sorte, conseguiram vende-la um pouco antes do estouro da bolha .com dos anos 2000. Aos 20 e poucos anos Elon já era milionário (uns USD 20 milhões na época).
Musk tomou gosto por empreender e a próxima aventura era criar um banco digital em plena virada do milênio em que mal tinha internet de qualidade e grande número de usuários. Assim surgiu o banco X ou coisa assim, e seguindo a regra de ouro das startups de queimar dinheiro adoidado, Musk basicamente deu all in com o dinheiro da primeira venda + recursos dos investidores de risco e entrou numa briga desenfreada com a então PayPal de Peter Thiel. Para financiar a empreitada, Musk novamente aceitou recurso de investidores Venture Capital que pelo bem do dinheiro deles, convenceram o jovem a fundir os negócios do banco X com o Paypal em vez de concorrer entre si. O fato curioso aqui é que o investidor e conselheiro era o Michael Moritz, autor e depois investidor da Sequoia que citei na resenha sobre a Apple. Daqui o resto é história, mais uns 3 anos e antes dos 30, Musk vende sua participação para o Ebay e soma algumas centenas de milhões de dólares no bolso.

Aqui para frente vem o grosso do livro, que relata em maiores detalhes o surgimento primeiramente da SpaceX e depois da Tesla e que o Musk não teve qualquer receio de colocar todos os milhões que ele tinha conseguido anteriormente e contrariando todos os conselhos de levar uma vida tranquila financeiramente. Tentando ser o mais breve possível, o cara tem uma ideia fixa que os humanos estão destruindo o planeta, e sua contribuição para evitar o apocalipse seria criar meios de povoar outro planeta (SpaceX) e utilizar veículos não poluentes (Tesla). Nesse ínterim ele também investiu pesado numa empresa de energia solar residencial (Solar City) mas não tocava o dia-a-dia como nas duas primeiras.

Minha conclusão, é que mostra um outro lado do Musk, pois minha visão é que ele era mais um showman que alguém preocupado como a viabilidade de seus negócios. O fato é que ele colocou em risco tudo o que tinha e desafiou o pensamento comum sobre a inviabilidade de suas empresas e o futuro está mostrando que ele conseguiu torna-la viáveis. Outro ponto, é sobre a personalidade de pessoas altamente dotadas, que parece ser um traço comum de difícil convivência, exatamente como relatado sobre o Steve Jobs. 

Recomendo a leitura e em breve divulgarei outro livro que finalizei na sequencia mas não divulguei pois acabei atrasando a escrita dos posts.

Abraço
Monster

30 de junho de 2020

Portfólio Monster - Junho/20

Estimados Leitores,

Em tempo e dentro do respectivo mês, divulgo a posição final do portfólio, juntamente com as movimentações dos ativos. Aproveitei para fazer algumas pequenas trocas e refinamento da carteira, maiores detalhes encontram-se abaixo.

Movimentações 
Operação Ativo Qtde.      Valor R$
Compra BRCR11 10 987,95
Compra HGRE11 10 1495,5
Compra VULC3 200 1.036,00
Compra ARZZ3 50       2.159,00
Compra ENAT3 100       1.095,00
Compra TAEE3 600      5.790,00
Venda TAEE11 209       6.058,91
Venda EGIE3 6          271,11
Venda MDIA3 7          259,74
Venda SBSP3 7          384,72
Venda IGTA3 150       5.341,50
Total de aporte líquido          247,47

Renda Passiva:

Origem Valor R$
Dividendo/JCP       81,33
Aluguel Ações   35,19
Rendimento FII      40,56
Total 157,08

Resumo:
Continuamos a refinar o portfólio, decidimos por liquidar a posição de IGTA3, mesmo considerando uma boa empresa, mas sendo racional em termos de escolha para renda, empresas de exploração imobiliária saem em desvantagem em relação aos fundos imobiliários (menores custos e carga tributária). Trocamos as units de TAEE11 por ações ordinárias (TAEE3) dado que a liquidez é razoável e não existe grande gap de preço entre as classes. Adicionamos 3 novas empresas, Arezzo (ARZZ3) e Vulcabrás (VULC3) do setor de consumo cíclico, tendo a Vulcabras um perfil de risco mais elevado. A empresa também é controlada pelos irmãos Grendene (controladores da Grendene e Even), que confio no histórico de gestão e creio que a longo prazo siga o perfil da própria Grendene. A terceira nova posição é a Enauta (ENAT3)  já venho acompanhando os balanços, dado que não sou muito fã do setor, acredito que ela junto com a PetroRio sejam as melhores e acredito que continue a performar bem. Como estamos fazendo caixa para outras demandas, vendemos um algumas ações de EGIE, MDIA e SBSP (apenas arredondei os saldos) para financiar as compras. Também já fizemos a troca de Sanepar por Cogna, e como ainda não tínhamos aportado, a troca foi apenas na lista de aportes futuros, aqui o racional é que a Sanepar é uma boa empresa mas com preço muito esticado em relação ao risco estatal, enquanto a Cogna considero uma boa empresa passando por momento ruim. E por fim, metade dos recurso da venda de Iguatemi foram para os fiis BRCR e HGRE que já estavam na lista de aportes.
Ademais, os aportes estão bem minguados, basicamente com os proventos recebidos pela carteira, remuneração de empréstimos de ações e uma merreca de dinheiro novo, neste mês pelo menos tivemos um bom recebimento de renda passiva. Do total liquido aportado (R$ 247,47), apenas R$ 90,39 foram feitos com dinheiro novo.

Carteira (Valores Fechamento 30/06)
Adicionar legenda

9 de junho de 2020

Portfólio Monster - Maio/20

Estimados Leitores,

Novamente atrasado, divulgo a posição final do portfólio, juntamente com as movimentações dos ativos. O post está atrasado já que meu planejamento é divulgar a carteira até o quinto dia útil subsequente, mas fatores alheios ao meu controle aliado a procrastinação me impediram de divulgar tempestivamente.

Movimentações:

Operação Ativo Qtde. Valor R$
Compra EVEN3  300      2.070,00
Compra HYPE3 50      1.531,50
Compra RBCO11 10         851,00
Venda WEGE3 39     -1.575,60
Venda EZTC3       59    - 1.957,66
Total de aporte líquido        919,24

Renda Passiva:

Origem     Valor R$
Dividendo/JCP        645,00
Aluguel Ações      111,68
Rendimento FII        34,56
Total        791,24

Resumo:
Continuamos a refinar o portfólio, basicamente dos fiis retirei dois que estavam na lista de aportes mas ainda não investidos e nas ações realizei algumas pequenas alterações nas escolhas dos ativos. Aumentei a posição em HYPE3, adicionei e investi em EVEN3, trata-se de outra construtora que já venho acompanhando os balanços desde que os controladores da Grendene assumiram o comando dela e os resultados já são perceptíveis. Pelo rumo que estão colocando na empresa, vejo características bem semelhantes com a Eztec e com isso decidimos tornar sócios. Como estamos fazendo caixa para outras demandas, vendi um pouco de EZTC3 e WEGE3 para financiar a compra e reduzir a concentração que ainda está alta em ambas.
Ademais, os aportes estão bem minguados, basicamente com os proventos recebidos pela carteira, remuneração de empréstimos de ações e um pequeno incremento de dinheiro novo, neste mês pelo menos tivemos um bom recebimento de renda passiva. Do total liquido aportado (R$ 919,24), apenas R$ 128,00 foram feitos com dinheiro novo e provavelmente seguiremos nessa faixa de aportes.

Carteira (Valores Fechamento 09/06)
Obs: A carteira já consolida algumas movimentações que fiz no começo deste mês que será abordado no próximo fechamento.


Retorno do Monster

Prezados leitores, Após uma parada não programada nas divulgações, por puro descaso com os leitores, pretendo reiniciar as postagens, desde ...